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Entendido por Dispenser Automático de Remédios para pacientes com Alzheimer, ou apenas Dispenser de remédios, o DARPA, desenvolvido em Arduino com linguagem C, surgiu de um projeto da disciplina de sistemas embarcados no primeiro semestre de 2018.
Entendido por Dispenser Automático de Remédios para pacientes com Alzheimer, ou apenas Dispenser de remédios, o DARPA, desenvolvido em Arduino com linguagem C, surgiu de um projeto da disciplina de sistemas embarcados no primeiro semestre de 2018.
O Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no comportamento e na personalidade da pessoa¹. Funções essas, relacionadas à memória e tendo como tratamento medicamentos como a rivastigmina, donepezil, etc. O esquecimento proveniente da doença que muitas vezes vêm aliado a um fator de risco como o envelhecimento é o grande problema quando se precisa ingerir quantidades relativamente grandes de remédios em um único dia. Organizá-los de forma correta torna-se uma tarefa complicada e exige que haja acompanhamento para evitar futuros problemas.
A ideia do protótipo é auxiliar quem precisa ingerir uma quantidade relativamente grande de remédios em um dia. Ao abastecer na parte superior e programá-lo, o despertador tocará no momento certo liberando e informando qual o medicamento na parte inferior.
Na parte superior encontra-se todos os reservatórios para os remédios. A intenção não é separá-los por tipo, mas por horário. Caso o paciente precise ingerir mais de um tipo em um mesmo horário, deve-se inserir no mesmo local. Assim temos como controle os horários 1, 2, 3 e 4 de forma sequencial.
A programação dos horários e dos nomes dos remédios deve ser feita de forma manual (até então), basta que para isso seja conectado o cabo USB (na lateral - é necessário a instalação do Arduino e a modificação do código em algum computador).
Na parte frontal do protótipo observamos um botão MUTE. Caso o som emitido pelo despertador chegue a incomodar (o buzzer é tocado em dó, com frequência de 528 Hz, repetidas vezes por aproximadamente 1min e 30seg), basta que seja pressionado por 2 seg consecutivos e o mesmo cessará. O display, também observado na parte frontal, exibe a hora atual no formato HH:MM:SS e quando despertado é mostrado o nome do medicamento préprogramado. Por fim, em baixo se encontra a bandeja de destino da medicação.
Abaixo seguem os componentes do projeto:
Não haveria sentido concluir o trabalho sem nenhuma forma de programá-lo de forma automática e mais simples. As pessoas que utilizariam o produto, precisariam de uma interface mediadora intuitiva e simples de ser acessada. A ideia para projetos futuros é desenvolver uma aplicação para Android e iOS para que com a conexão via Wi-Fi, seja simplificada essa tarefa. Com esta mesma aplicação o cuidador poderia acompanhar todos os despertadores tocados até então, auxiliando-o a conferir se o paciente realmente ingeriu o medicamento nas horas previstas. Para isso se faz necessário uma conexão de internet na casa do paciente e também, em termos de protótipo, acrescentar um módulo Wifi como o ESP8266.
¹https://www.minhavida.com.br/saude/temas/alzheimer <Acessado em 06 de Jullho do 2018>